Enfim, um brinde à 2011, o ano dos finais.
E se eu fechar meus olhos, tudo isso vai simplesmente se transformar em poeira no vento?
domingo, novembro 6
E mais uma vez, me vejo sucumbindo à uma falta absurda. Sinto além da saudade enorme, o peso de todo o Oceano Pacífico sobre mim, até a sensação de encharcar-se apareceu. Preciso de férias, mas não as quero. Não quando significa o fim de mais uma fase da minha vida, mais separações e despedidas vem por aí, e sinceramente, nem sei se vou suportar ficar praticamente sozinha de novo. Se a saudade de uma pessoa só já é assim tão insuportável de sentir, imagina mais algumas dezenas? Queria poder estacionar o tempo, mas infelizmente não poderei evitar que este me roube o bem mais precioso que consegui acumular durante dois curtíssimos anos. Amigos.
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